Revista Master – 15ª edição: Luiz Gustavo Paolides viabiliza sonho com a criação da Escola Kwan Tou de Artes Marciais Chinesas

Da Redação | Crédito: Divulgação

O faixa preta de Kung Fu Fei Hok Phay nasceu em São Paulo (Capital) e começou a praticar arte marcial como uma forma de defesa pessoal.

No Kung Fu teve a honra de ser discípulo do mestre Lope Chiu e fez intercâmbios técnicos com educadores de várias vertentes.

Assim que entrou no Fei Hok Phay, o encarou como se fosse a sua nova casa. “Com mestre Lope, aprendi a diferença entre humildade e submissão, a gostar de mim e de meus semelhantes, a sabedoria presente na força e quando devo utilizá-la. Ele foi como um pai”, considera.

Outros artistas marciais que admira são o professor José Lino do Nascimento e os astros Donni Yien, Andy Lau e Jean-Claude Van Damme.

O profissional disputou campeonatos pela Confederação Brasileira de Kung Fu Shao Lin e Associação de Pankration Grego, bem como sagrou-se campeão em armas e mãos nuas, e alcançou a terceira colocação no Pankration.

Atuou como instrutor de defesa pessoal policial por oito anos na Guarda Civil Metropolitana (GCM) de São Paulo, formando 3 mil guardas, e no curso de imobilização e condução do 2° BPE (Segundo Batalhão de Polícia do Exército), que atendeu entre 100 e 150 militares.

Para Luiz Gustavo, o professor brasileiro de arte marcial faz um trabalho árduo, que depende de sacrifício e muita disciplina. Seus objetivos são a prática e a evolução contínuas.

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