Revista Master – 15ª edição: Luiz Galeote Ywasaki é um retrato de sucesso no Karate Shotokan

Por Girliani Martins | Crédito: Divulgação

Só percorre o caminho da “arte das mãos vazias” quem o ama, e sobretudo, quem se identifica com a sua filosofia e pilares. Um exemplo disso é o sensei Luiz Galeote Ywasaki, que há 45 anos segue a trilha tradicional do Karate.

Natural de São Paulo (Capital), é neto de espanhóis e italianos, e começou a se interessar pelas artes marciais aos sete anos, com o auxílio da prima, Marilene Donda, a primeira mulher faixa preta da modalidade no Brasil e professora de Judô na Academia Ono.

Tinha muita vontade de ingressar nas aulas dela, entretanto, não foi possível, já que na naquela época o Judô estava associado a um paradigma de violência. Somente em agosto de 1976, quando entrou na universidade, conheceu o Karate e pôde praticá-lo. “Iniciei com o sensei Takashi Shimo e permaneci com ele durante nove anos. Aprendi bases, katas básicos e alguns superiores. Posteriormente, fui para a Itália e contei com a supervisão do sensei Hiroshi Shirai por 13 meses. Era muito paciente e dava muita importância aos kihons, inclusive criando combinações. Como nessa fase não residia mais em Jaboticabal, passei a ser acompanhado pelo sensei Mario Fukui. Gostei do sistema de ensino dele devido à grande importância que dava às bases do Karate Shotokan. Treinei um pouco com o mestre Tomeji Ito, um homem de coração grandioso. Fukui e Ito seguiam a mesma linha do Karate Tradicional. Com o falecimento prematuro de Takashi, e depois de Ito, continuei as aulas com o sensei Felipe Ferreira dos Santos, com quem estou até hoje, todos os sábados, domingos e feriados pela manhã”, explica.

Ficou com vontade de conhecer melhor a trajetória deste grande sensei?

Leia a matéria completa na Revista Master – 15ª edição.

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