Policial militar Caio Botelho destaca-se pelo conhecimento em defesa pessoal

Da Redação | Crédito: Arquivo Pessoal

Nós sabemos que não é fácil ser policial militar no Brasil. De acordo com a Organização das Nações Unidas (ONU), o Brasil é o segundo país mais violento da América do Sul, atrás apenas da Venezuela.

Além da preparação física e psicológica, esses profissionais precisam se atualizar constantemente. O policial Caio Cesar Pontes Botelho, de 31 anos, atua em um batalhão na Zona Leste de São Paulo, e é faixa preta de Jiu Jitsu e instrutor de defesa pessoal, formação complementar que o ajuda diariamente.

Caio Botelho é faixa preta de Jiu Jitsu e instrutor de defesa pessoal.

Para ele, o trabalho nas ruas exige também o conhecimento de técnicas de defesa pessoal, visto que podem ajudar a preservar a integridade física dos policiais no momento em que for necessário utilizá-las. “Já ministrei instruções tanto como aluno durante o curso de formação, quanto após a conclusão, como policial militar formado, estando apto para ajudar os meus irmãos de farda”, explica.

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Caio nasceu no município mineiro de Três Corações, mas foi criado no Rio de Janeiro. Posteriormente, aos 14 anos, identificou-se com o Jiu Jitsu e toda a sua filosofia, principalmente, com o respeito, humildade, resiliência, companheirismo, lealdade e bondade que são cultivadas no estilo de vida de um lutador.

Caio também atua como árbitro de Jiu Jitsu.

Seu principal mestre foi e ainda é Hércules Baptista, faixa vermelha e branca – 8º grau. Durante a trajetória, participou de Campeonatos Brasileiros, Estaduais, Internos e de um Mundial, ficando nesse último em terceiro lugar.

Além de destacar-se na área de defesa pessoal (Polícia Militar), fez diversos cursos para atuar como árbitro em grandes competições de Jiu Jitsu. “Sinto-me lisonjeado em transmitir a essência do Jiu Jitsu e observar a mudança na postura e na vida de meus alunos, não só dentro, mas fora dos tatames. Tive também momentos memoráveis como árbitro de JJ”, conta.

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