20 de julho: 48 anos sem o mito Bruce Lee

Da Redação

Hoje, 20 de julho, é uma data emblemática nas artes marciais: representa o dia em que perdemos Bruce Lee, uma figura iconoclasta que influenciou milhares de praticantes ao redor do planeta, seja com os seus filmes ou caráter ilibado.

É possível afirmar que Bruce Lee foi um dos grandes impulsionadores de novos estilos de artes marciais, pois, o “Pequeno Dragão” ao apresentar ao mundo o Jeet Kune Do, abriu espaço para uma grande reflexão sobre a marcialidade.

40 anos da morte de Bruce Lee.

O astro influenciou não somente professores e mestres, como legitimou novas teorias sobre a aplicabilidade das técnicas.

Os fatos expostos em seus filmes e em suas atitudes proporcionaram-lhe fama e poder, além da difusão de ideias marciais, façanha que nenhum de seus opositores, por mais que tivessem vontade, jamais teriam condições de fazer. Muitos dos desafiantes de Bruce Lee eram seus próprios parceiros em filmes, que o julgavam pernóstico e incapaz de mostrar sua superioridade em combates reais.

Bruce Lee fazia uma analogia e comparava a mente humana a um paraquedas, pois somente tem serventia quando está aberta. Se uma pessoa pular de um avião e por qualquer fatalidade, o equipamento não abrir, o resultado será catastrófico. Ele dizia também que um bote somente serve para atravessar uma vez o rio, pois após a travessia, ele deixa de ter utilidade.

Entre tantos filmes estrelados ao longo da carreira, podemos mencionar:

Besouro Verde (1966/1967)

Detetive Marlowe em Ação (1969)

Longstreet (1971)

O Dragão Chinês (1971)

A Fúria do Dragão (1972)

O Voo do Dragão (1972)

Operação Dragão (1973)

Jogo da Morte (1978)