Capoeira do Guarujá conta com a ginga e a atuação do mestre Trovão

Da Redação | Crédito: Arquivo Pessoal

Ozenildo Farias Pinheiro nasceu em Camacan, no Sul da Bahia, porém, com poucos meses de vida, migrou com os avós para o Sudeste, êxodo repetido por milhares de nordestinos nos anos 70.

Em busca de melhores condições de vida, os avós fixaram residência em Rio Grande da Serra, na Região Metropolitana de São Paulo. Após oito anos na região, mudaram para o Guarujá, Litoral Sul do Estado.

Trovão, no centro da foto, com alunos.

Nessa cidade litorânea, Ozenildo, que ainda não era o mestre Trovão, deparou-se com a Capoeira de uma forma curiosa, através de seu primo, que se livrou de uma agressão com o auxílio da arte genuinamente brasileira.

Aquela história o fascinou. Anos depois, não saiu mais das rodas de Capoeira. O início se deu no Grupo Caravela Negra, em uma academia do bairro Santa Rosa. A turma era composta por 100 alunos.

Seu mestre, Camarão, estava entre os fundadores da Capoeira no Guarujá. Logo, aprendeu bastante com essa referência regional. “Ao longo dos anos, várias pessoas pararam de treinar, mas eu continuei focado, até que em 1988, veio a tão sonhada formatura de professor e o convite de um colega uruguaio, Fabio Moncalvo (mestre Exterior), para lecionar em seu país. Havíamos nos formado juntos, então, já o conhecia. Hoje, ele é um grande irmão”, conta. 

Mestre Trovão em atividade.

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