Por Confederação Brasileira de Taekwondo | Crédito: CBTKD

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Dupla de sucesso, Diego Ribeiro e Iris Tang Sing buscam novas conquistas

Com 31 anos e o cargo de treinador da seleção brasileira adulta permanente, Diego Ribeiro soma inúmeras experiências e conquistas internacionais no currículo, mas ainda almeja mais. Dono da academia “Diego TKD Team” que leva o Taekwondo para mais de 130 crianças (70% via projeto social) de Itaboraí, no Rio de Janeiro, têm alcançado grandes feitos como treinador de Iris Tang Sing, a taekwondista brasileira com melhor colocação no ranking mundial olímpico, em 2017.

Confirmando a boa fase e colhendo frutos do trabalho realizado pela dupla, Iris e Diego começaram a temporada 2018 disputando, de forma inédita, o Grand Slam Champions Series II, realizado em Wuxi, China. A competição reuniu os 12 melhores atletas de cada categoria. A brasileira, que atualmente ocupa a 5ª colocação no Ranking Olímpico mundial, foi a única representante da América do Sul.

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– A competição na China foi muito especial. Projetamos a classificação da Iris, estudando o ranking mundial e classificação das demais atletas, e planejamos os treinamentos voltados para este torneio. Foi a primeira vez que aconteceu e fizemos parte da história, com ela sendo a primeira brasileira a participar. Sabíamos que seria uma luta difícil, mas ficamos muito felizes em atingir este objetivo e, no próximo, vamos trabalhar para buscar uma medalha – comentou Diego Ribeiro.

Como treinador, Diego pôde contribuir para as conquistas mais importantes de sua atleta como o título Pan-americana de 2014, as medalhas de bronze no Mundial e Pan-Americano de 2015, assim como no título dos Jogos mundiais Militares 2015, competição que garantiu a Iris uma vaga nos Jogos Rio 2016.

Mas não foi sempre assim. Antes de chegar “ao topo das competições mundiais”, Diego teve que escolher entre investir em sua carreira como atleta ou treinador. “Treinava bastante, mas depois de um período em São Paulo voltei para casa e, junto com a minha mãe, decidir abrir a academia, em 2010. Logo identifiquei que seria ‘mais fácil’ ela (Iris) crescer no esporte, do que nós dois crescermos juntos, ambos como atletas”.

– No início foi difícil, porque não tínhamos com quem ela treinar. O Taekwondo não era um esporte conhecido por onde morávamos, era só ela, eu e mais um aluno – relembrou Diego.

Em 2011, após a participação do Croácia Open, Diego e Iris participaram de intercâmbios internacionais com Toni Thomas, treinador da seleção local e as irmãs Lucia e Ana Zaninovich, atletas consagradas do país. “Estes momentos foram muito importantes, porque eu aprendi bastante com a escola croata de Taekwondo, foram ao menos 6 intercâmbios”.

Para o treinador, foi somente após estas participações internacionais que a dupla identificou a real possibilidade de figurar entre os melhores do mundo.

– Começamos a ver que era difícil a Iris sair dos eventos na Europa sem faturar alguma medalha, no 49 kg. Mas, foi após o título pan-americano (2014) e o bronze no Mundial (2015) que vimos que ela classificaria para a Olimpíada, pela sua posição no ranking – comentou Diego que, junto com Iris, participou das competições internacionais com o apoio do Exército do Brasil, Bolsa Pódio, Confederação Brasileira de Taekwondo e Cob.

Classificado como melhor ano da carreira, Diego e Iris passaram o primeiro semestre de 2017 fora das competições, mas dentro da academia dando sequência aos treinamentos. O resultado foi a primeira medalha feminina do Brasil em Grand Prixs, conquistada pela a atleta em outubro, na etapa de Londres. Além da melhor colocação no ranking mundial.

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