Por Confederação Brasileira de Judô | Crédito: Rafal Burza / CBJ

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Brasil abre Grand Slam de Brasília com finalistas em todas as finais e nove medalhas conquistadas

O Judô brasileiro começou avassalador no Grand Slam de Brasília. Neste domingo, o país teve atletas nas finais de todas as cinco categorias em disputa e finalizou o primeiro dia com nove judocas no pódio. Destaque para os ouros inéditos em Grand Slam para Daniel Cargnin (66 kg), número 7 do mundo, e para o ligeiro Allan Kuwabara (60 kg), número 202 no ranking mundial. A seleção ainda teve quatro pratas de Eric Takabatake (60 kg), Larissa Pimenta (52 kg), Gabriela Chibana (48 kg) e da nova Ketelyn Nascimento (57 kg), ao lado dos bronzes de Rafaela Silva (57 kg), Eleudis Valentim (52 kg) e Willian Lima (66 kg), outro novato da equipe.

Surpresa para os adversários de fora do Brasil, Kuwabara (60 kg) derrotou o cabeça de chave número um de Brasília, Francisco Garrigos (ESP), nas quartas depois de vencer seus dois combates iniciais. Na semi, ele superou o russo Islam Yashuev, 16º do ranking mundial, por ippon, e foi para a final contra seu compatriota Eric Takabatake.

Os dois se conhecem muito bem e se enfrentam no tatami desde a infância. Com isso, a luta foi acirrada e só acabou no golden score quando Kuwabara encaixou a técnica e projetou Eric por ippon garantindo o primeiro ouro do Brasil no Grand Slam.

“Foi o meu primeiro Grand Slam, então pensei em dar o meu melhor em cada luta e consegui sair vitorioso. Lutar com o Eric é sempre disputado, desde criança a gente se enfrenta, mas numa competição desse porte tem outro peso e estou muito feliz com a conquista”, afirmou Kuwabara.

O segundo ouro brasileiro no dia veio com Daniel Cargnin. O gaúcho soube administrar as lutas e fez valer sua experiência na competição: forçou erros dos adversários e se credenciou para a primeira final vencendo os adversários nas punições: o cazaque Sunggat Zhubatkan , o búlgaro Bozhidar Temelkov,  Charles Chibana, do Brasil, nas quartas e o alemão Sebastian Seidl. Na decisão, Cargnin encarou o italiano Manuel Lombardo, 12º no ranking mundial, e venceu com um waza-ari na metade do confronto, levantando o público presente no CICB.

“Muito importante esse ouro, ainda mais em casa, diante da minha família e amigos. Só tenho a agradecer por todos que me ajudaram, estou muito feliz com essa medalha e pela forma como me portei na competição. Isso é o mais importante para mim para seguir nessa evolução daqui em diante. O apoio da torcida foi essencial. Quando me sentia cansado, olhava para a torcida e sabia que estavam me dando todo apoio. Não só para mim, mas para meus companheiros”, disse Daniel Cargnin.

Além dois dois ouros conquistados, o Brasil ainda teve mais sete medalhas no primeiro dia do Grand Slam de Brasília: Gabriela Chibana (48 kg), Larissa Pimenta (52 kg), Ketelyn Nascimento (57 kg) e Eric Takabatake (60 kg) ficaram com a prata, enquanto Eleudis Valentim (52 kg), Rafaela Silva (57 kg) e Willian Lima (66 kg) saíram de Brasília com o bronze.

Nesta segunda-feira (7), mais quatro categorias entram no tatame do CICB: meio-médio e médio feminina e leve e meio-médio masculina, com dezesseis atletas brasileiros em ação. As preliminares começam às 11h, enquanto as disputas de medalhas se iniciam a partir das 16h, horário de Brasília, com transmissão do canal SporTV. 

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