Por Confederação Brasileira de Judô | Crédito: CBJ

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Do sub-18 aos veteranos, Judô brasileiro conquista 70 medalhas em competições de vários níveis durante o mês de outubro

O mês de outubro ofereceu aos praticantes e fãs de Judô uma série de eventos internacionais com competições de diversos níveis. E os judocas brasileiros fizeram bonito. Do sub-18 aos veteranos, o Brasil foi ao pódio 70 vezes neste mês, conquistando medalhas nos Jogos Olímpicos da Juventude Buenos Aires 2018, nos Mundiais de Kata, Veteranos e Júniores, além da seleção principal no Grand Prix de Cancún. 

"São resultados que nos orgulham muito e que evidenciam como somos preparados para vencer em todos os segmentos. Daqueles que não estão diretamente sob o guarda-chuva de investimentos da CBJ, como os Veteranos e o Kata, mas que têm o nosso reconhecimento, até aqueles que são o foco principal da Confederação, do Ministério do Esporte e do Comitê Olímpico do Brasil, que são as categorias de base e o alto rendimento", ressalta o presidente da CBJ, Silvio Acácio Borges.  

O mês começou com os judocas da classe sub-18 representando o Brasil nos Jogos Olímpicos da Juventude de Buenos Aires no período de 07 a 10 de outubro. Eduarda Rosa (78 kg) garantiu um bronze no evento e manteve a tradição do judô brasileiro que, com isso, subiu ao pódio em todas as três edições dos Jogos da Juventude. 

João Vítor Santos (66 kg) ainda voltou para casa com a medalha de bronze na disputa por equipes mistas multinações. Em seguida, nos dias 12, 13 e 14, a seleção principal faturou nada menos do que 11 medalhas no Grand Prix de Cancún, com destaque para o ouro da campeã olímpica Rafaela Silva no peso leve feminino (57 kg) após derrotar a canadense Jessica Klimkait por ippon. 

O país ainda teve três pratas com Victor Penalber (81 kg), Mayra Aguiar (78 kg) e Maria Suelen Altheman (+78 kg), além de sete bronzes, com Charles Chibana (66 kg), Marcelo Contini (73 kg), Rafael Macedo (90 kg), Rafael Buzacarini (100 kg), Alexia Castilhos (63 kg), Samanta Soares (78 kg) e Beatriz Souza (+78 kg). 

Cancún ainda sediou nos dias seguintes ao Grand Prix os Mundiais de Kata e de Veteranos, onde o Judô brasileiro brilhou mais algumas vezes. 52 para sermos exatos. 

No Kata, que aconteceu nos dias 15 e 16, a dupla formada por Wagner Uchida e Paulo Ferreira conquistou um ouro inédito para o Brasil e para a Pan-América no Nage no Kata e outras quatro duplas brasileiras foram finalistas. Foi o melhor resultado da história do kata brasileiro em Mundiais organizados pela Federação Internacional.  

Na competição de Veteranos, dedicada a judocas com mais de 30 anos, o Brasil foi a segunda maior delegação do torneio, com 131 inscritos.

Após os quatro dias de disputas, de 17 a 20 de outubro, conquistamos o expressivo número de 51 medalhas, feito que colocou o país em primeiro lugar geral à frente da França, Alemanha e Japão, que teve apenas 17 participantes. 

No mesmo período, a seleção júnior (sub-21) se apresentou nos tatames de Nassau, nas Bahamas, e faturou cinco medalhas no Campeonato Mundial Sub-21, além de ter 10 judocas no bloco final (entre os sete melhores) de disputas. As medalhas vieram com Amanda Arraes (44 kg/Bronze), Renan Torres (60 kg/Bronze), Michael Marcelino (66 kg/Prata), Beatriz Souza (+78 kg/prata) e com a equipe (prata), que conquistou um pódio inédito nesta classe para o Brasil. 

Próximas competições internacionais:

09 a 11/11 - Campeonato Mundial Militar / Rio de Janeiro/Brasil

16 a 18/11 - Grand Prix de Haia/Holanda

16 a 18/11 - Campeonatos Pan-Americano e Sul-Americano Sub-13 e Sub-15 / Guaiaquil/Equador

23 a 25/11 - Grand Slam de Osaka/Japão

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