Por Confederação Brasileira de Judô /Crédito: CBJ

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Com mais seis pódios neste domingo, Judô brasileiro fecha Grand Prix de Cancún com 11 medalhas

O Judô brasileiro reencontrou o caminho para o pódio na primeira competição após o Campeonato Mundial de Baku e conquistou nada menos do que 11 medalhas no Grand Prix de Cancún neste final de semana. No domingo, último dia de competição, a seleção foi ao pódio seis vezes, com pratas para Mayra Aguiar (78 kg) e Maria Suelen Altheman (+78 kg), além dos bronzes de Samanta Soares (78 kg), Beatriz Souza (+78 kg), Rafael Macedo (90 kg) e Rafael Buzacarini (100 kg). 

"Estou feliz com a minha participação no Grand Prix de Cancún. Fiquei em segundo lugar e é uma medalha super importante. Na volta do Mundial já sair com uma medalha é um incentivo grande para as próximas competições. Esse ano ainda tenho o Grand Slam de Osaka e o World Masters", avaliou Mayra Aguiar, que venceu três lutas por ippon, caindo apenas na final por três punições no combate com a japonesa Rika Takayama. E, na mesma categoria, Samanta Soares derrotou a venezuelana Karen Leon por ippon para garantir a dobradinha brasileira no pódio. 

A outra finalista do domingo foi a peso-pesado Maria Suelen Altheman (+78 kg). Vindo de um quinto lugar no Mundial de Baku, a brasileira venceu Mackenzie Williams (EUA) e Ksenia Chibisova (RUS) por ippon para chegar à decisão, onde caiu também nas punições para a cubana Idalys Ortiz. 

"Avalio como uma boa competição logo após o Mundial. Agora o foco é na preparação para o World Masters, competição que reúne os 16 melhores ranqueados e eu quero chegar bem preparada", projetou Suelen, que fez dobradinha no pódio ao lado de Beatriz Souza. 

Bia, que também lutou em Baku, voltará aos tatames já nesta semana para disputar o Campeonato Mundial Júnior (sub-21), em Nassau, nas Bahamas. Entre os homens que lutaram neste domingo, os destaques foram Rafael Macedo (90 kg), que derrotou Frazer Chamberlain (GBR) na disputa pelo bronze, e Rafael Buzacarini (100 kg), que superou o medalhista olímpico Cyrille Maret, da França, para assegurar também o terceiro lugar. "Fazia tempo que eu não subia ao pódio numa competição internacional. Foi muito difícil, mas consegui fazer boas lutas e ganho motivação para as próximas competições", destacou o meio-pesado que não subia ao pódio desde março de 2017, quando foi bronze no Grand Prix de Tbilisi, na Geórgia. 

Dos 23 atletas inscritos pelo Brasil, 16 disputaram medalhas e o país foi ao pódio em nove, das 14 categorias em disputa. Foi um ouro (Rafaela Silva), três pratas (Victor Penalber, Mayra Aguiar e Maria Suelen Altheman) e sete bronzes (Marcelo Contini, Charles Chibana, Aléxia Castilhos, Rafael Macedo, Samanta Soares, Rafael Buzacarini e Beatriz Souza). 

Resultados que colocaram o Brasil na quarta colocação no quadro geral de medalhas. A Rússia liderou, com dois ouros, duas pratas e dois bronzes. Em quantidade de medalhas, nenhum país bateu o Brasil.

Neste ano, a seleção voltará aos tatames do Circuito Mundial para mais três etapas: Grand Prix de Haia, na Holanda; Grand Slam de Osaka, no Japão; e o World Masters, em Guangzhou, na China, fechando o calendário 2018 da FIJ. 

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