Mestre Luizão, como é carinhosamente chamado pelos alunos, iniciou nas artes marciais aos 10 anos, graças ao incentivo dos pais. Treinou Judô, TKD e Hapkido.
Está no TKD desde 1980, já o HKD conheceu em 1987, quando ingressou na Academia Kim, do GM Yun Sik Kim. Seu professor no Judô foi o sensei Fumyo Issa,
É 5º dan em Taekwondo e 7º dan em Hapkido. Em 1988, passou a atuar como professor em sua própria academia de TKD, em São José dos Campos, interior de São Paulo. Na atualidade, leciona no Projeto Fida, uma fundação de incentivo ao esporte amador, em Caraguatatuba.
De acordo com Luiz Santos, o mestre é sinônimo de dedicação, reconhecimento e disciplina. “Acredito que está relacionado ao fato de trabalhar com muito afinco para ser o espelho dos alunos. Eu gosto de transmitir preceitos como confiança, respeito, conhecimento, cortesia, integridade, perseverança, autocontrole, dignidade e espírito indomável. Algo que também ressalto é nunca utilizar a arte marcial em benefício próprio. Quero que meus alunos construam um mundo mais pacífico e sejam campeões na liberdade”, comenta.
A responsabilidade de ser faixa preta é encarada por ele como um divisor na vida de um praticante. “A faixa preta não significa que você aprendeu tudo, pelo contrário, que tem muito ainda para conhecer. É saber gostar da arte marcial, ter respeito por sua família e superiores. É saber aprender e ensinar, a falar e a também escutar”, conclui.

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