Por Confederação Brasileira de Taekwondo | Crédito: CBTKD

 

Uma pesquisa realizada com praticantes de Taekwondo concluiu que todos os atletas da Seleção Brasileira de Taekwondo Cadetes obtiveram aprovação no ano letivo de 2015, o que indica que este esporte potencializa a disciplina e desempenho escolar.

O coordenador técnico da Seleção Brasileira de Cadetes 2015 e um dos autores da pesquisa, Rossano Diniz, sublinhou que, “mesmo com uma agenda lotada de competições nacionais e internacionais, os atletas conseguiram dar conta do que é mais importante, os estudos”, lembrando que em 2015, a Seleção passou 10 dias na Coreia do Sul, na ocasião do Campeonato Mundial da categoria; cinco dias no México para o Campeonato Pan-Americano; e cinco dias no Peru no Campeonato Sul-Americano, onde obteve o melhor resultado internacional com 100% de atletas medalhistas e o segundo lugar por equipe geral.

O estudo foi realizado por Diniz & Del Vecchio (2013), com praticantes de Taekwondo entre 07 e 17 anos, estudantes de escolas públicas e privadas, que praticavam a modalidade em um projeto de iniciação esportiva. De acordo com a conclusão dos pesquisadores, a pratica do Taekwondo pode ser uma ótima estratégia para potencializar a disciplina e desempenho escolar.

Entenda como foi realizado o estudo

O estudo apontou que os professores escolares e responsáveis pelos alunos informaram que eles obtiveram melhoras em variáveis comportamentais. Os pais e professores foram entrevistados e classificavam como: ótimo, bom, satisfatório ou precisa melhorar, as variáveis comportamentais dos alunos. Variáveis como: respeito aos mais velhos, professores e colegas, atitudes agressivas verbais e físicas obtiveram maior número de respostas como “ótimo”. “realizar as tarefas de casa”, obteve maior média na classificação “bom”. “Deve melhorar” foi o menor número de respostas em todas as variáveis estudadas.

Na pesquisa realizada foi constatado também que 40% dos atletas da Seleção Brasileira de Cadetes 2015 continuarão na categoria em 2016 e tentarão permanecer na Seleção no Grand Slam Nacional 2016. Os outros 60% estarão migrando para a categoria júnior e buscando uma vaga nesta nova categoria. Alguns atletas já se encontram entre os primeiros do Ranking Nacional nesta categoria.

Leia aqui na íntegra o estudo publicado na Revista Didática Sistêmica

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