CBJ e Forças Armadas alinham planejamento técnico das equipes de Judô para 2020

Por Confederação Brasileira de Judô | Crédito: Gabrielle Ferreira/CBJ

A Gestão de Alto Rendimento da CBJ realizou na última terça-feira, 21, a reunião de planejamento do Ano Olímpico com membros da comissão técnica militar responsáveis pelas equipes de Judô do Exército e da Marinha. O encontro aconteceu na sede da CBJ, no Rio de Janeiro, com a finalidade de alinhar o planejamento anual da equipe de judô das Forças Armadas Brasileiras com os planejamentos da Confederação Brasileira de Judô.

Autoridades militares e da CBJ que participaram da reunião.

A reunião contou com a presença de Ney Wilson Pereira, gestor de Alto Rendimento da CBJ; Amadeu de Moura Jr e Bernardo Seabra, integrantes da gestão de Alto Rendimento da CBJ; Tenente Maicon Maia, responsável pela equipe de Judô da Marinha; Major de Infantaria Peter Silva Jr., relator da modalidade de judô, da Comissão de Desporto do Exército (CDE); Capitão de Intendência Erlyton Trindade Tomaz, Chefe da Equipe de Judô da EsAO; e o Capitão de Cavalaria Lucas Rodrigues Camposo, Técnico do Judô da AMAN.

O Judô foi uma das modalidades que deram medalhas para o Time Brasil Militar na última edição dos Jogos Mundiais Militares realizados em Wuhan, na Coreia do Sul, em 2019. Rafaela Silva foi campeã, enquanto Beatriz Souza, David Moura e Leonardo Gonçalves conquistaram medalhas de bronze. A equipe masculina ainda ficou com a prata e a feminina conquistou o bronze na competição por equipes. 

A parceria da CBJ com as Forças Armadas começou em 2009 a partir da criação do Programa de Incorporação de Atletas de Alto Rendimento às Forças Armadas Brasileiras criado pelo então Ministério do Esporte, em 2008. Desde então, judocas da seleção brasileira vêm sendo integrados aos quadros da Marinha do Brasil, do Exército Brasileiro e da Força Aérea Brasileira. 

Na prática, a função dos atletas é defender o Brasil em competições militares como os Jogos Mundiais e o Campeonato Mundial Militar de Judô. Em contrapartida, o atleta recebe instruções militares para uma formação básica com um treinamento que dura, em média, três semanas. A partir daí, ele passa a receber o soldo, tem direito à assistência médica e pode utilizar todas as instalações esportivas militares. 

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